Close Menu
Dreax Web
  • Home
  • Notícias
  • Política
  • Tecnologia
  • Sobre Nós
Últimas postagens

FMI amplia avaliação de riscos financeiros para incluir fintechs, inteligência artificial e stablecoins

outubro 8, 2026

Depois de décadas de abandono, a Reggia di Venaria voltou a ocupar seu lugar no Piemonte, e Antonella Giancoli explica por que a Benarrivati inclui o palácio nos roteiros pela região

outubro 7, 2026

AEB abre inscrições para competição internacional de inteligência artificial com dados de satélite

outubro 7, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Dreax WebDreax Web
  • Home
  • Notícias

    Depois de décadas de abandono, a Reggia di Venaria voltou a ocupar seu lugar no Piemonte, e Antonella Giancoli explica por que a Benarrivati inclui o palácio nos roteiros pela região

    outubro 7, 2026

    Moto elétrica cresce 85%, e a estatística ainda vê pouco

    outubro 7, 2026

    Aditivos funcionais no plástico corrugado

    setembro 30, 2026

    DREX em setembro de 2026: o que está acontecendo e quando a moeda digital chegará ao público

    setembro 25, 2026

    Construção industrializada em aço: Descubra como peças prontas mudam o ritmo do canteiro

    setembro 23, 2026
  • Política

    DREX entra em nova etapa política com primeiros tokens do Real Digital e avanço da regulação

    setembro 25, 2026

    DREX ganha novo capítulo político com avanço da tokenização do crédito imobiliário no Brasil

    setembro 8, 2026

    Banco Central endurece regras para criptomoedas: o que muda para o futuro do dinheiro digital no Brasil

    agosto 20, 2026

    Banco Central amplia regras para pagamentos internacionais e mira mercado de capitais

    agosto 5, 2026

    Banco Central divulga relatório do Piloto Drex: o que a nova fase significa para a política monetária digital e para o cidadão

    julho 20, 2026
  • Tecnologia

    FMI amplia avaliação de riscos financeiros para incluir fintechs, inteligência artificial e stablecoins

    outubro 8, 2026

    AEB abre inscrições para competição internacional de inteligência artificial com dados de satélite

    outubro 7, 2026

    Brasília recebe evento gratuito de games com torneios de Mario Kart, Tekken 8 e Pokémon

    outubro 6, 2026

    Observatório Nacional recebe R$ 8 milhões para criar centro de inteligência artificial em astronomia e geofísica

    outubro 5, 2026

    Redata cria incentivo para data centers e pode acelerar infraestrutura de inteligência artificial no Brasil

    outubro 2, 2026
  • Sobre Nós
Dreax Web
Home»Notícias»O DREX ainda vai acontecer? Entenda o que mudou no projeto do Banco Central e o que esperar em 2026
Notícias

O DREX ainda vai acontecer? Entenda o que mudou no projeto do Banco Central e o que esperar em 2026

Anya KoralinaPor Anya Koralinajunho 26, 20265 Mins de leitura
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
Compartilhar
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Depois de desligar a plataforma piloto em novembro de 2025, o Banco Central redefine a rota do Real Digital com foco em tokenização e novos casos de uso.

O Banco Central do Brasil fez uma escolha difícil no fim de 2025: desligar a plataforma que sustentava o projeto DREX e recomeçar do zero. Para quem acompanhava de perto o desenvolvimento do Real Digital, a notícia gerou dúvidas imediatas. O projeto foi cancelado? O Brasil vai ficar para trás na corrida global por moedas digitais? A resposta é mais nuançada do que parece, e entendê-la exige conhecer o que de fato falhou, o que foi aprendido e para onde o BC pretende ir.

O Banco Central comunicou oficialmente aos consórcios participantes do piloto, em reunião realizada em 4 de novembro, que a plataforma seria desativada e que uma nova fase começaria em 2026, com revisão total da infraestrutura. Não se trata de abandono, mas de uma reformulação profunda. A principal mudança foi o desligamento da plataforma baseada na Hyperledger Besu, uma rede de sistema distribuído que usa a mesma tecnologia das redes blockchain de criptomoedas. A decisão marcou o encerramento de um ciclo de testes que durou mais de dois anos e envolveu dezenas de instituições financeiras e fintechs brasileiras. Nordi InvestimentosExame

O que não funcionou na plataforma anterior

O DREX, desde sua concepção, ambicionava ser muito mais do que uma versão digital do real. A ideia era criar uma infraestrutura capaz de tokenizar ativos, automatizar contratos e integrar o sistema financeiro nacional em um único ambiente programável. Para isso, o BC escolheu a Hyperledger Besu, uma rede blockchain permissionada com acesso restrito a instituições autorizadas. Na prática, os testes revelaram problemas sérios que inviabilizaram o avanço.

Após dois anos de testes, o Banco Central concluiu que o DREX, em sua configuração atual, não atendia plenamente aos requisitos de segurança cibernética e privacidade regulatória. O ponto mais sensível envolve o tratamento de dados pessoais dentro da blockchain: cada carteira digital seria vinculada a uma identidade real, como CPF e nome do usuário. Isso coloca o projeto em rota de colisão com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), um obstáculo regulatório de peso. Além disso, a criptografia homomórfica testada nos pilotos aumenta a complexidade computacional em 50 vezes, tornando inviável para operações em tempo real. Seu Crédito DigitalMix Vale

A segunda fase do piloto avaliou 13 cenários distintos, incluindo tokenização de imóveis, recebíveis e até títulos ligados à descarbonização. Os relatórios indicaram 80% de sucesso em simulações de privacidade, mas apenas 60% em escalabilidade com a tecnologia DLT. Esse número foi suficiente para convencer o BC de que era necessário mudar de caminho antes de avançar para o uso público. Mix Vale

A nova direção: tokenização sem blockchain (por enquanto)

A reformulação do DREX não elimina o conceito central do projeto, mas muda radicalmente como ele será implementado. A nova fase sem a tecnologia blockchain focará na reconciliação de gravames, ou seja, situações em que ativos são usados como garantia em transações, com o objetivo de facilitar esse tipo de operação. Gravames são as restrições jurídicas sobre bens dados em garantia, como imóveis financiados ou veículos em leasing. Hoje, consultar e registrar essas informações exige contato manual com cartórios e sistemas dispersos, um processo lento e custoso. Exame

A reformulação posiciona o DREX como infraestrutura para tokenização de ativos, transformando bens como imóveis, veículos ou títulos em unidades digitais transferíveis. A ideia é resolver primeiro os gargalos concretos do mercado financeiro, como a reconciliação de garantias, e só depois ampliar para serviços ao público em geral. Com o desligamento da infraestrutura atual, o BC dará início a uma nova etapa definindo primeiro os casos de uso — como integração com Pix, Open Finance e mercados de ativos tokenizados — e depois decidirá qual arquitetura tecnológica empregará, com uso de blockchain não descartado para o futuro. DeFinNordi Investimentos

Bancos e fintechs que participaram dos pilotos não saem de mãos vazias. A ABBC informou que seus associados possuem tecnologia capaz de integrar o caso de uso desenvolvido — Cédulas de Crédito Bancário tokenizadas — a outras redes, mesmo após a desativação do ambiente atual. O mercado privado, por sua vez, começa a se mover por conta própria. Portal InfoDoT

O que esperar para o cidadão e para as empresas

Para quem esperava usar o DREX no dia a dia em breve, a perspectiva mudou. Em agosto de 2025, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, confirmou que a primeira versão estará disponível em 2026, mas será apenas usada internamente por bancos, cartórios e corretores, com foco na reconciliação de gravames, não no uso popular imediato. A chegada ao cidadão comum segue para uma fase posterior, ainda sem data definida. Cartão Carrefour

Para as empresas, especialmente aquelas que dependem de crédito com garantias reais, o cenário é de atenção. O mercado brasileiro de tokens de ativos reais cresceu 2.249% em um ano, atingindo R$ 2,876 bilhões em janeiro de 2026. Esse movimento indica que, independentemente do cronograma do BC, a tokenização já é uma realidade no mercado privado. Paralelamente, o Banco Safra lançou sua própria moeda digital pareada ao dólar americano, e o Itaú estuda emitir uma stablecoin atrelada ao real, dependendo do avanço da regulamentação. DeFinPortal InfoDoT

O DREX não morreu. Passou por um processo de maturação que muitos projetos tecnológicos de grande escala precisam atravessar antes de atingir o público. A pergunta não é mais se ele vai acontecer, mas quando e de que forma chegará ao cotidiano financeiro dos brasileiros. Acompanhar cada nova fase desse projeto é acompanhar a transformação do dinheiro no Brasil.

Fontes: Exame – O que vai acontecer com o Drex em 2026 | Nord Investimentos – BC desliga DREX | DeFin Insights – DREX e tokenização | Seu Crédito Digital – Por que o BC suspendeu o DREX | Portal InfoDoT – BC desliga DREX

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

Post Views: 311
Compartilhar. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
Anya Koralina
Anya Koralina
  • Website

Postagens relacionadas

Depois de décadas de abandono, a Reggia di Venaria voltou a ocupar seu lugar no Piemonte, e Antonella Giancoli explica por que a Benarrivati inclui o palácio nos roteiros pela região

outubro 7, 2026

Moto elétrica cresce 85%, e a estatística ainda vê pouco

outubro 7, 2026

Aditivos funcionais no plástico corrugado

setembro 30, 2026
Adicionar um comentário

Comments are closed.

Dreax Web
  • Home
  • Notícias
  • Contato
  • Sobre Nós
© 2026 DrexWeb - [email protected] - tel.(11)91754-6532

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.